Curso Hazwoper

      Comentários desativados em Curso Hazwoper

Curso Hazwoper

Objetivo: Como administrar com segurança a manipulação dos resíduos perigosos através de técnicas de identificação de perigos nas operações com resíduos perigosos. 

Treinamento Hazwoper

Curso Hazwoper

Capacitação Técnicas de Identificação de Perigos nas Operações com Resíduos Perigosos – Hazwoper
Introdução
Técnicas de Identificação de Perigos
Análise de Perigos e Operabilidade (HAZOP)
Análise de Preliminar de Perigos (APP)
Objetivo
Metodologia
Avaliação do Cenário
Sinalização de Área
Métodos de Contenção de Vazamentos
Transbordo de Produtos Perigosos
Identificação de Resíduos Perigosos
Operações com resíduos perigosos
Equipamentos de Proteção Individual
Utilização de EPI
Procedimentos para Situações de Emergências e Resposta
Técnicas de contenção
Noções de Primeiros Socorros
Técnicas de combate a incêndio
Atividade Prática.

Clique aqui e assista vídeo de Treinamento do Curso Hazwoper. 08 horas

Carga Horária: Curso Hazwoper
Capacitação para Atividades de manipulação constante  próximo ao riscos ou resíduos = 40 horas/aula
Capacitação para Atividades  e contatos esporádicos =  24 horas/aula
Atualização(Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais sobre Curso  Hazwoper – Capacitação Técnicas de Identificação de Perigos nas Operações com Resíduos Perigosos 
LEGISLAÇÃO/NORMAS ABNT/CETESB – RESÍDUOS SÓLIDOS GERAIS
NBR 10004/04 – Resíduos Sólidos – Classificação
NBR 10005/04 – Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos
NBR 10006/04 – Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos
NBR 10007/04 – Amostragem de resíduos sólidos
NBR ISO/IEC 17025/05 – Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração
NBR 10703/89 – Degradação do Solo – Terminologia
NBR 12988/93 – Líquidos livres – Verificação em amostra de resíduos
Decreto Estadual N. 8.468 de 8 de setembro de 1976 – dispõe sobre a prevenção e o controle da poluição do meio ambiente.
Lei Estadual N. 997 de 31 de maio de 1976 – dispõe sobre o controle da poluição do meio ambiente.
Lei Estadual N. 12.300 de 16 de março de 2006 – institui a política estadual de resíduos sólidos e define princípios e diretrizes.
ATERROS SANITÁRIOS/INDUSTRIAIS
NBR 8418/83 – Apresentação de projetos de aterros de resíduos industriais perigosos – procedimento

NBR 10157/87 – Aterros de resíduos perigosos – critérios para projeto, construção e operação – procedimento
NBR 8419/92 – Apresentação de projetos de aterros sanitários de resíduos sólidos urbanos – procedimento
NBR 13896/97 – Aterros de resíduos não perigosos – Critérios para Projeto, Implantação e Operação – procedimento
NBR 12553/03 – Geossintéticos – terminologia
NBR 15495-1/07 – Poços de monitoramento de águas subterrâneas em aquíferos granulares
– Parte 1: Projeto e construção
Resolução CONAMA N. 1 de 23 de janeiro de 1986 – disciplina o EIA/RIMA – exigências, conteúdo, elaboração, responsabilidades e audiência pública.
Resolução CONAMA N. 396 de 03 de abril de 2008 que dispõe sobre a classificação e diretrizes ambientais para o enquadramento das águas subterrâneas e dá outras providências
Resolução SMA N. 42 de 29 de dezembro de 1994 – aprova procedimentos de análise de EIA/RIMA no âmbito da Secretaria do Meio Ambiente.
Resolução SMA N. 51 de 25 de julho de 1997 – dispõe sobre a exigência ou dispensa de Relatório Ambiental Preliminar – RAP para os aterros sanitários e usinas de reciclagem e compostagem de resíduos sólidos domésticos operados por municípios.
Resolução SMA N. 54 de 30 de novembro de 2004 – dispõe sobre procedimentos para o licenciamento ambiental no âmbito da Secretaria do Meio Ambiente.
TRATAMENTO DE RESÍDUOS
NBR 11175/90 – Incineração de resíduos sólidos perigosos – padrões de desempenho – procedimento
NBR 13894/97 – Tratamento no solo (landfarming) – procedimento Resolução CONAMA N. 316 de 29 de outubro de 2002 – dispõe sobre procedimentos e critérios para funcionamento de sistemas de tratamento térmico de resíduos.
ARMAZENAMENTO/TRANSPORTE
NBR 12235/92 – Armazenamento de resíduos sólidos perigosos – procedimento
NBR 11174/90 – Armazenamento de resíduos classes II – não inertes e III – inertes – procedimento
NBR 13221/07 – Transporte terrestre de resíduos
Decreto Federal N. 875 de 19 de julho de 1993 – promulga o texto da convenção sobre o controle de movimentos transfronteiriços de resíduos perigosos e seu depósito.
Resolução CONAMA N. 23 de 12 de dezembro de 1996 – dispõe sobre o movimento transfronteiriço de resíduos.
Decreto Federal N. 4.581 de 27 de janeiro de 2003 – promulga a emenda ao anexo I e adoção dos anexos VIII e IX à Convenção de Basiléia sobre o controle do movimento  transfronteiriço de resíduos perigosos e seu depósito.
DIVERSAS
NBR 13741/96 – Destinação de bifenilas policloradas – procedimento NBR 8371/05 – Ascarel para transformadores e capacitores – características e riscos
NBR 13882/05 – Líquidos isolantes elétricos – deteminação do teor de bifenilas policloradas (PCB)
NBR 13968/97 – Embalagem rígida vazia de agrotóxico – procedimentos de lavagens
NBR 14719/01 – Embalagem rígida vazia de agrotóxico – destinação final da embalagem lavada – procedimento.
NBR 14935/03 – Embalagem vazia de agrotóxico – Destinação final de embalagem não lavada – procedimento.
NBR 14283/99 – Resíduos em solos – determinação da biodegradação pelo Método respirométrico
Norma CETESB P4.230/99 – Aplicação de lodos de sistemas de tratamento biológico em áreas agrícolas – critérios para projeto e operação (Manual Técnico).
Norma CETESB P4.233/99 – Lodos de curtumes – critérios para o uso em áreas agrícolas e procedimentos para apresentação de projetos (Manual Técnico).
Norma CETESB P4.263/03 – Procedimento para utilização de resíduos em fornos de produção de clínquer.
Norma CETESB P4.231/06 – Vinhaça – critérios e procedimentos para aplicação no solo agrícola.
Norma CETESB L1.022/07 – Utilização de produtos biotecnológicos para tratamento de efluentes líquidos, resíduos sólidos e recuperação de locais contaminados.
Portaria Interministerial MINTER/MIC/MME N. 19 de 29 de janeiro de 1981 – proíbe a implantação de processos que tenham como finalidade principal a produção de bifenil policlorados – PCBs
Instrução Normativa SEMA/STC/CRS N. 1 de 10 de junho de 1983 – disciplina as condições a serem observadas no manuseio, armazenamento e transporte de bifenilas policloradas PCB’s e ou resíduos contaminados com PCB’s.
Resolução CONAMA N. 19 de 19 de setembro de 1994 – autoriza, excepcionalmente, a exportação de resíduos perigosos, contendo bifenilas policloradas PCB’s.
Lei Estadual N. 12.288 de 22 de fevereiro de 2006 que dispõe sobre a eliminação controlada dos PCBs e dos seus resíduos, a descontaminação e da eliminação de transformadores, capacitores e demais equipamentos elétricos que contenham PCBs, e dá providências correlatas.
Lei Federal N. 7.802 de 11 de julho de 1989 – dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins , e dá outras providências.
Decreto Federal N. 4.074 de 4 de janeiro de 2002 – regulamenta a Lei N. 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins, e dá outras providências.
Resolução CONAMA N. 334 de 03 de abril de 2003 – dispõe sobre os procedimentos de licenciamento ambiental de estabelecimentos destinados ao recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos.
Lei Estadual N. 4.002 de 05 de janeiro de 1984. – dispõe sobre a distribuição e comercialização de produtos agrotóxicos e outros biocidas no território do Estado de São Paulo.
Resolução SMA N. 7 de 31 de janeiro de 2006 – dispõe sobre o licenciamento prévio de unidades de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos, a que se refere a Lei Federal n. 7.802, de 11.07.89, parcialmente alterada pela Lei n. 9.974, de 06.06.00, e regulamentada pelo Decreto Federal n. 4.074, de 04.01.02.
Resolução CONAMA N. 264 de 26 de agosto de 1999 – aplica-se ao licenciamento de atividades de reaproveitamento de resíduos sólidos em fornos rotativos de produção de clínquer.
Resolução CONANA N. 313, de 29 de outubro de 2002 – que dispõe sobre o Inventário Nacional de Resíduos Sólidos Industriais.
Resolução CONAMA N. 348 de 16 de agosto de 2004 – altera a Resolução CONAMA n. 307, de 5 de julho de 2002, incluindo o amianto na classe de resíduos perigosos.
Resolução CONAMA N. 362 de 23 de junho de 2005 – estabelece diretrizes para o recolhimento e destinação de óleo lubrificante usado ou contaminado.
Resolução CONAMA N. 375 de 29 de agosto de 2006 – define critérios e procedimentos, para o uso agrícola de lodos de esgoto gerados em estações de tratamento de esgoto sanitário e seus produtos derivados, e dá outras providências.
Resolução SMA N. 39 de 21 de julho de 2004 – estabelece as diretrizes gerais à caracterização do material a ser dragado para o gerenciamento de sua disposição em solo
Decisão de Diretoria CETESB N. 152/2007/C/E de 08 de agosto de 2007 que dispõe sobre procedimentos para gerenciamento de areia de fundição.