Curso Espaço Confinado Autorizado e Vigias NR 33

Conteúdo programático:  Curso Espaço Confinado Autorizado e Vigias NR 33

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Programa:  Curso Espaço Confinado Autorizado e Vigias NR 33
Em conformidade com a Norma Regulamentadora NR 33, parágrafo 33.3.5.4 da Portaria 3214/78, alterada pela SSST/TEM, portaria N. 8 de 23/02/99.
Reconhecimento e controle de riscos, incluindo avaliação e monitoramento
Deveres e responsabilidades de vigias, trabalhadores e supervisores
Medidas de controle:
Riscos físicos
Riscos químicos
Riscos biológicos
Riscos ergonômicos
Riscos de acidentes
Identificação dos espaços confinados
As formas de comunicação entre a equipe, vigias e grupo de resgate
Conceitos e práticas sobre equipamentos de segurança
Tipos de equipamento de segurança: EPI e EPC
Funcionamento de equipamentos de segurança
Inspeção dos equipamentos e itens de segurança
Critérios de indicação e uso de equipamentos para controle de riscos
Operação de equipamentos utilizados
Procedimentos e utilização da permissão de entrada e trabalho em espaços confinados
Prevenção de Acidentes  Noções de Primeiros Socorros + DEA
Técnicas de resgate e primeiros socorros específicos em espaço confinado
Proteção respiratória
Uso de equipamentos para movimentação de vítima do interior de espaço confinado com uso de prancha móvel.
Prática de proteção respiratória com uso de purificador de ar, autônomo e de ar mandado
Prática de utilização do trava queda resgatador
Prática de RCPC – Ressuscitação Cardiopulmonar-Cerebral – com uso de manequim simulador, ambulância, colar cervical e transporte de vítima em prancha apropriada
Procedimentos práticos de simulação para retirada de vítimas Solução educacional: O treinamento teórico-prático possui foco no desenvolvimento da percepção de riscos, nas práticas de saúde e segurança e na prevenção de acidentes por meio da apresentação de conceitos, os procedimentos e equipamentos utilizados em atividades realizadas em espaços confinados.
As estratégias para apresentação do conteúdo são desenvolvidas por meio:
Da exposição de casos de risco para análise e avaliação dos empregados;
Do manuseio de equipamentos de proteção e equipamentos de operação; da análise de fotos, ilustrações e vídeos, apontando acertos e erros de conduta relacionados às atividades realizadas em espaço confinado;
Da realização de exercícios de fixação.
O fechamento do treinamento ocorrerá com a realização de uma avaliação de aprendizagem.

Carga Horária:
Capacitação Carga horária  mínima = 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado do Curso Espaço Confinado Autorizado e Vigias NR 33 para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): NR 33 ITEM 33.3.5.3 Todos os trabalhadores autorizados, Vigias e Supervisores de Entrada devem receber capacitação periódica a cada 12 meses, com carga horária mínima de 8 horas. (Alterado pela Portaria MTE n.º 1.409, de 29 de agosto de 2012).
33.3.5.2 O empregador deve desenvolver e implantar programas de capacitação sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) algum evento que indique a necessidade de novo treinamento; e
c) quando houver uma razão para acreditar que existam desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não sejam adequados.

Por que é obrigatório possuir Equipe de Resgate?
De acordo com a NR 10, NR 33, NR 34, NR 35 entre outras é obrigatório possuir  no local das atividades a Equipe de Resgate,  também conhecida como Equipe de Salvamento.
Visando a melhor prestação de serviço, expressamos nosso parecer para que seja avaliado pela  equipe de segurança do trabalho, os  riscos, as vantagens e desvantagens de possuir uma equipe de resgatistas própria sem experiência na área complexa de atuação. Sugerimos uma analise mais detalhada para evitar incidentes desagradáveis, no caso de acidente, possuindo  Equipe de Resgate com proficiência no assunto e suporte adequado, além de preservar a vida do colaborador, preserva-se também o patrimônio da Empresa livrando-a  de possíveis indenizações ou processos criminais consequentes de acidentes.
Vale lembrar que uma Empresa  preparada sempre será uma Empresa bem sucedida.
Salvamento: procedimento operacional padronizado, realizado por equipe com conhecimento técnico especializado, para resgatar e prestar os primeiros socorros a trabalhadores em caso de emergência.

O que preconiza a NR 33 sobre a Equipe de Resgate:
33.4 Emergência e Salvamento
 33.4.1 O empregador deve elaborar e implementar procedimentos de emergência e resgate adequados aos espaços  confinados incluindo, no mínimo:
a) descrição dos possíveis cenários de acidentes, obtidos a partir da Análise de Riscos;
b) descrição das medidas de salvamento e primeiros socorros a serem executadas em caso de emergência;
c) seleção e técnicas de utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, busca, resgate, primeiros socorros e transporte de vítimas;
d) acionamento de equipe responsável, pública ou privada, pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros para cada serviço a ser realizado; e
e) exercício simulado anual de salvamento nos possíveis cenários de acidentes em espaços confinados.

Saiba mais sobre o Curso Espaço Confinado Autorizado e Vigias NR 33:

Curso NR 33 Autorizado e Vigia

Curso NR 33 Autorizado e Vigia

Em espaços confinados, os riscos existentes ou gerados pela atividade são potencializados pela sua configuração, dificuldade para movimentação e trabalho no seu interior, ventilação natural deficiente ou inexistente e aberturas para entrada e saída restritas ou limitadas. Todos os fatores devem ser avaliados detalhadamente, levando-se em conta o efeito de um sobre o outro.
riscos físicos – ruído, calor, radiações não ionizantes e umidade são encontrados com frequência nos espaços confinados.
O nível de pressão sonora muitas vezes provoca efeitos indesejáveis pela sua reflexão nas paredes e teto do espaço confinado.
O calor é intensificado pela circulação reduzida do ar, aquecimento de superfícies e equipamentos no interior do espaço confinado e radiação solar constante.
As radiações não ionizantes, como a infravermelha e a ultravioleta, estão presentes em intensidades elevadas nas operações de soldagem. O risco ao trabalhador é aumentado devido à dificuldade para
instalar biombos.
A umidade ocorre devido à dificuldade para a retirada de líquidos do espaço confinado, cujo nível do piso muitas vezes é inferior ao nível do lençol freático, podendo encharcar o uniforme e botas do trabalhador, nas atividades realizadas em galerias, tanques, poços subterrâneos, praça de máquinas, entre outros.lhos no seu interior.

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