Curso de C.I.P.A.

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Curso de C.I.P.A.

Nosso curso tem como finalidade educar para prática de Segurança do Trabalho. Assim, sabemos da necessidade de se implantar uma estrutura voltada a prevenção capaz de nortear os riscos de acidentes nas atividades do trabalho.
Neste sentido, procuramos direcionar nossa metodologia, recursos didáticos, etc., em atendimento ao currículo básico para o curso de componentes da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Norma Regulamentadora, NR 05 da Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho.

treinamento de cipa

Curso Cipa NR 05

Escopo do Curso de C.I.P.A. NR 05:
I – Introdução A Segurança Do Trabalho;
Conceito Legal; Conceito Prevencionista;
Outros casos considerados como Acidentes do Trabalho;
II – Inspeção de Segurança;
Conceito e Importância;
Objetivos; Abrangência da Inspeção de Segurança;
III – Investigação dos Acidentes;
Procura das Causas do Acidente;
Ato Inseguro; Condição Insegura;
Fator Pessoal de Insegurança;
IV – Análise dos Acidentes;
Comunicação do Acidente;
Medidas de Segurança a serem adotadas;
Dias Perdidos; Dias Debitados; Estatísticas;
V – Campanhas de Segurança;
SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho);
VI – Riscos Ambientais;
Agentes Físicos; Químicos; Biológicos; Agentes Mecânicos;
VII – NR-5 Comissão Interna De Prevenção De Acidentes – CIPA;
Organização e funcionamento da CIPA;
Reunião da CIPA; Organização e Finalidades;
Forma de Atuação dos Representantes;
Reunião Ordinária e Reunião Extraordinária;
Realização Prática de uma Reunião de Cipa;
Organização e Funcionamento da Cipa;
VIII – Primeiros Socorros;
Material Necessário para Emergência;
Tipos de Emergência; Como Prestar Primeiros Socorros;
IX – Equipamentos De Proteção Individual;
Exigência Legal para Empresas e Empregados;
Características dos EPI’s mais usados nas Empresas e a forma de sua utilização;
X – Princípios Básicos da Prevenção de Incêndio;
Normas Básicas;
Classes de Incêndio e tipos de Equipamentos para seu combate;
Sinalização dos Extintores; Posicionamento dos Extintores; Identificação dos Extintores;
Brigada contra Incêndio; Treinamento;
Recomendações para o caso de incêndio; Prevenção de Incêndio;
Planilha de planejamento e processo eleitoral da CIPA, conforme NR 05;

Carga Horária: Curso de C.I.P.A. NR 05
Capacitação  Carga horária  mínima = 20 horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): É recomendável anualmente ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização.

Saiba mais sobre o Curso de C.I.P.A. NR 05
A experiência tem mostrado que a preparação prévia do indivíduo contribui sensivelmente para a melhoria do seu desempenho. No que diz respeito a segurança, os esclarecimentos ao trabalhador quanto as possíveis condições  fora do padrão dos ambientes de trabalho e dos procedimentos  fora do padrão deverá  é fundamental para o sucesso de Programa Prevencionista.
Com a aplicação do curso para membros da CIPA, acreditamos promover a combinação indivíduo – cargo – segurança, alicerçando no treinamento, a implantação de conceitos e medidas de prevenção de acidentes do trabalho. A existência da CIPA, já constitui um avanço a insensatez. Os resultados serão colhidos quando empregado e empregador estenderem aos demais empregados, doutrinas de segurança, reuniões, palestras, treinamentos, atendimento das solicitações que prevejam acidentes e doenças ocupacionais.
Enfim, trabalhar o elemento humano é um fator complexo, mas possível; humanizar a coletividade de trabalho e torná-la tão compreensiva quanto eficiente e consequentemente, consistirá na continuidade do trabalho operacional seguro.
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INTRODUÇÃO A SEGURANÇA DO TRABALHO
As empresas são centros de produção de bens materiais ou de prestação de serviços que tem uma importância para as pessoas que a elas prestam colaboração, para as comunidades que se beneficiam com sua produção e, também, para a nação que tem seus fatores de progresso o trabalho realizado por essas empresas.

Nas empresas encontram-se presentes muitos fatores que podem transformar-se em agentes de acidentes dos mais variados tipos. Dentre esses agentes podemos destacar os mais comuns: ferramentas de todos os tipos; máquinas em geral; fontes de calor; equipamentos móveis, veículos industriais, substâncias químicas em geral; vapores e fumos; gases e poeiras, andaimes e plataformas, pisos em geral e escadas fixas e portáteis.
As causas, entretanto, poderão ser determinadas e eliminadas resultando na ausência de acidente ou na sua redução, como será explicado mais adiante quando forem abordados os Fatores de Acidentes.
Desse modo muitas vidas poderão ser poupadas, a integridade física dos trabalhadores será preservada além de serem evitados os danos materiais que envolvem máquinas, equipamentos e instalações que constituem um valioso patrimônio das empresas.
Para se combater as causas dos acidentes; e se implantar um bom programa de prevenção, torna-se necessário, primeiramente, conhecer a sua conceituação.
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CONCEITO LEGAL
De acordo com o artigo 19º da Lei n.º 8213 de 24 de julho de 1991.

Acidente do trabalho é aquele que ocorre no exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, perda, ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho”.
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CONCEITO PREVENCIONISTA:
“Acidente é a ocorrência imprevista e indesejável, instantânea ou não, relacionada com o exercício do trabalho, que provoca lesão pessoal ou de que decorre risco próximo ou remoto dessa lesão”.

Diferença entre o CONCEITO LEGAL e o CONCEITO PREVENCIONISTA:
A diferença entre os dois conceitos reside no fato de que no primeiro é necessário haver, apenas lesão física, enquanto que no segundo são levados em considerações, além das lesões físicas, a perda de tempo e os materiais.
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ANÁLISE DE ACIDENTES
Todo acidente traz informações úteis para aqueles que se dedicam a sua prevenção. Sendo o acidente não comum, pode revelar a existências de causas ainda não conhecidas, causas que permaneciam ocultas e que não haviam sido notadas. Sendo o acidente comum, a repetição de infortúnio, já ocorrido, pode revelar possíveis falhas nas medidas de prevenção que, por alguma razão a ser determinada, não estão impedindo essa repetição.

A CIPA deve participar em vários aspectos relacionados com o estudo dos acidentes, preocupando-se em analisá-los e elaborando relatórios, registros, comunicações e sugestões entre outras providências, conforme o determinado na NR-5, item 5.16 da Portaria n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho.
A descrição do acidente deve ser feita com os pormenores possíveis, deve ser mencionada a parte do corpo atingida e devem ser incluídas as informações do encarregado. O diagnóstico da lesão será estabelecido pelo médico. Constarão, ainda, descrições de como se desenvolveram os fatos relacionados ao acidente e a causa ou causas que lhe deram origem. Esta investigação tem a participação de membro da CIPA. A CIPA deve concluir ainda sobre a causa do acidente, as possíveis responsabilidades (principalmente atos inseguros) e propor medidas, a quem deva tomá-las, para evitar que continuem presentes os riscos ou que eles se renovem.
Convém ressaltar que o estudo de acidentes não deve limitar-se àquelas considerados graves. Pequenos acidentes podem revelar riscos grandes. Por outro lado, acidentes sem lesão devem se estudados cuidadosamente, porque podem transformar-se em ocorrências com vítima. Perceber, em fatos que parecem não ter gravidade, os perigos, os riscos que em ocasião futura se revelarão fontes de acidentes graves, é capacidade que os membros da CIPA devem desenvolver. Disso dependerá, em grande parte, a redução ou a solução definitiva de muitos problemas na área de segurança do trabalho.
Curso C.I.P.A.: Consulte-nos.