Como fazer Treinamento de Espaço Confinado

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Como fazer Treinamento de Espaço Confinado

O objetivo do Treinamento  é capacitar e atualizar os empregados nos requisitos e condições necessárias que o treinamento abrangerá  para atender a Norma Regulamentadora 33, promover e implementar as medidas de controle e sistema preventivo, aplicar e aprimorar os conhecimentos sobre Segurança em Espaços Confinados, além das técnicas específicas de forma a garantir a segurança e saúde  dos trabalhadores que executam atividades em espaços confinados, cuja atuação é vigiar ou executar ou liberar ou supervisionar operações ou manutenção em qualquer área ou ambiente classificado como espaços confinados, de acordo com a Portaria 3214/78, de 08 de junho de 1978, da Lei 6514 de 22 de dezembro de 1977, do Ministério do Trabalho e Emprego.
Resultado esperado: Como fazer Treinamento Espaço Confinado
Ter no final do treinamento os participantes com o conhecimento necessário para o desempenho seguro das atividades.
Difundir procedimentos de execução de atividades que garantam a segurança dos trabalhadores envolvidos.
Atuação: Vigiar ou executar ou liberar ou supervisionar operações ou manutenção em qualquer área ou ambiente classificado como espaços confinados.

Como fazer Curso de Espaço Confinado

Como fazer Treinamento de Espaço Confinado

Conteúdo programático: Trabalhadores Autorizados e Vigias
a) definições;
b) reconhecimento, avaliação e controle de riscos;
c) funcionamento de equipamentos utilizados;
d) procedimentos e utilização da Permissão de Entrada e Trabalho; e
e) noções de resgate e primeiros socorros.

Carga Horária: Autorizados e Vigias
Capacitação: Carga horária  mínima = 16 horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

 Conteúdo programático: Supervisores de Entrada Espaço Confinado
a) identificação dos espaços confinados;
b) critérios de indicação e uso de equipamentos para controle de riscos;
c) conhecimentos sobre práticas seguras em espaços confinados;
d) legislação de segurança e saúde no trabalho;
e) programa de proteção respiratória;
f) área classificada; e
g) operações de salvamento.

Carga Horária:Supervisores de Entrada de Espaço Confinado
Capacitação: Carga horária  mínima = 40 horas/aula
Atualização (Reciclagem)   – Carga horária  mínima = 08 horas/aula

CERTIFICAÇÃO: Será expedido o Certificado do Curso Espaço Confinado Supervisor de Entrada NR 33  para cada participante que atingir o  aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Atualização (Reciclagem): NR 33 ITEM 33.3.5.3 Todos os trabalhadores autorizados, Vigias e Supervisores de Entrada devem receber capacitação periódica a cada 12 meses, com carga horária mínima de 8 horas. (Alterado pela Portaria MTE n.º 1.409, de 29 de agosto de 2012).
33.3.5.2 O empregador deve desenvolver e implantar programas de capacitação sempre que ocorrer qualquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) algum evento que indique a necessidade de novo treinamento; e
c) quando houver uma razão para acreditar que existam desvios na utilização ou nos procedimentos de entrada nos espaços confinados ou que os conhecimentos não sejam adequados.
Como fazer Treinamento de Espaço Confinado:
Considerar avaliação ambiental e ventilação, assim como também o conhecimento do plano de emergência para a atividade desenvolvida.
A aula prática será realizada com estudo de casos e posterior simulação, proporcionando uma visão geral do processo e permitindo que uma equipe observe a outra para posteriormente abrir para comentários.
Técnicas a serem utilizadas: Exercícios, Simulação, Demonstração e Montagem.
O treinamento  será  ministrado  alinhado aos procedimentos, nomenclaturas, técnicas, conceitos e equipamentos utilizados pela CONTRATANTE;
O alinhamento será realizado na 1ª reunião entre a CONTRATADA e a CONTRATANTE;
Os conteúdos teórico e prático serão adequados às necessidades da CONTRATANTE e à NR 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados;
O conteúdo prático será realizado em simulador disponibilizado pela CONTRATANTE.
Será obrigatório os  participantes utilizarem os equipamentos de proteção individual – EPI, necessários à atividade: Capacete, Luva, Óculos de Segurança e Calçado de Segurança.
Como fazer Treinamento Espaço Confinado:
Equipamentos de monitoramento ambiental:
Proteção coletiva,
Conjunto para locais confinados com cilindros de ar respiráveis devidamente carregados, entre outros  necessários.
Fornecer e manter os equipamentos em perfeito funcionamento;
Os equipamentos deverão atender as especificações técnicas abaixo, quanto às marcas dos mesmos ou similares, objetivando manter equilíbrio entre o treinamento e a prática do cotidiano dos participantes
Laudos de calibração de todos os equipamentos de monitoramento ambiental.
Como fazer Treinamento Espaço Confinado:
Monitor de gás:  É um instrumento portátil para monitorar a atmosfera, cuja finalidade é indicar a concentração de gases combustíveis, tóxicos e oxigênio presentes no ambiente de trabalho. O monitor de gás é basicamente constituído de:
Smart sensor (sensor inteligente), com reconhecimento automático de suas células, bomba elétrica de sucção interna e equipada com sensor contra aspiração de líquidos;
04 sensores, com indicação simultânea de todos os sensores no display dos seguintes contaminantes: Sensor para Oxigênio (O2) – Eletroquímico – 0 a 30% vol, Sensor para gás Combustível (LEL) – Catalítico – 0 a 100% LEL,
Sensor para gás Monóxido de Carbono (CO) – Eletroquímico – o a 100 ppm e
Sensor para gás Sulfídrico (H2S) – Eletroquímico – o a 200 ppm.
Alarme visual e sonoro com indicação das concentrações média e máximas a exposição do contaminante;
Alarmes instantâneos selecionáveis, visual e sonoro, pré-alarme para nível baixo de O2, com auto-reconhecimento de alarme com indicação de pico de concentração.
Insuflador de Ar (para atividades em espaço confinado)
Insuflador de ar, com duto de 4,5 ou 7,5 m, diâmetros de saída de 20,
30 ou 40 cm, para auxílio na dispersão de gases tóxicos ou explosivos em espaços confinados.
Equipamentos de Proteção Respiratória com cilindro de fuga
Sistema de fornecimento de ar comprimido filtrado proveniente de cilindros
Conjunto formado por carro de transporte tipo carreta, redutor de pressão com manômetro, mangueira, máscara e cilindros de ar respirável de 10 ou 20 l.
É composto de suporte básico – carro móvel com capacidade de 02 cilindros de 10 ou 20 litros cada, válvula do cilindro, válvula de demanda e redutor de pressão.
Obs: Os equipamentos com cilindro de menor capacidade (2 litros) denominado de cilindro de escape ou fuga.
Como fazer Treinamento Espaço Confinado:
Equipamentos de resgate:
Tripé para Espaço Confinado
Equipamento portátil composto de tripé trava quedas resgatador e guincho, para uso em trabalhos e resgates em ambientes confinados, composto por: Pés telescópicos ajustáveis a cada 7 (sete) cm, através de pinos em cada uma de suas pernas, possibilitando uma altura mínima de 1,4 m e altura máxima de 2,1 m;
Sapatas em aço com tratamento anticorrosivo, móveis, para acompanhar o nivelamento do piso, com borrachas antiderrapantes e correntes para travamento das mesmas, com fechamento através de um mosquetão;
O travamento da parte superior de cada uma das pernas por pino de aço, fixado por um olhal e cupilha, confeccionado em aço fundido, com tratamento anti-corrosivo;
03 (três) pontos de ancoragem, para permitir o uso simultâneo de 03 (três) sistemas de movimentação no local confinado, com 02 (dois) olhais em aço forjado giratórios, a fim de evitar a torção do cabo de aço, posicionados na parte inferior da mesma junção;
Os sistemas de guincho e trava quedas resgatador são instalados externamente ao tripé, possibilitando uma área interna maior para o trabalho e resgate no local confinado.
Trava quedas resgatador  Retrátil e, em caso de queda, travar automaticamente;
Dispõe de alavanca manual para redução de torque;
Possui fator de redução de 4,5: 1;
Possui dispositivo de ativação mecânica para função trava quedas ou guincho;
Possui cabo inoxidável, com diâmetro de 4,8 mm (3/16”), com sistemas  de travamento independentes, sendo a descida do cabo controlada a uma velocidade de 1,4 m/s;
O mosquetão em aço forjado com indicador de queda, com resistência de 2.200 kgf, com dupla trava de segurança;
Fixação no tripé através de um suporte em aço, com tratamento anticorrosivo, de encaixe rápido por 03 (três) pinos em aço, fixado por um olhal e cupilha, a fim de evitar que os mesmos se soltem do sistema.
Guincho  Equipado com alavanca redutora de torque, com acionamento mecânico
e dispositivo para acionar a subida e descida do equipamento;
Resistência à tração de 1.360 kg;
Equipado com cabo de aço inoxidável, com diâmetro de 4,8 mm (3/16”);
Fator de redução de 4,5: 1;
Mosquetão em aço forjado, com distorcedor de cabo e dupla trava de segurança com resistência de 2.200 kgf;
Fixação no tripé através de um suporte em aço, com tratamento anticorrosivo, de encaixe rápido por 03 (três) pinos de aço, fixado por um olhal e cupilha, a fim de evitar que os mesmos se soltem do sistema.
Kit de Calibração de monitor de gás
BW , MSA ou Quest Technologies)
Kit de Calibração composto de cilindro, regulador de pressão, mangueira, conexão em inox e mala para transporte para gás combustível (LEL), CO, H2S e O2.
Cinto de Segurança Tipo Paraquedista Especificação Sabesp – Classe 571 (com data de validade vigente) Tamanho Pequeno – Quantidade: 01 e Tamanho grande
Segue a Especificação Técnica deste EPI:
Material
Cinto: Constituído em tiras de poliamida, lisa;
Linhas: De náilon especial, reforçada;
Fivela: Do tipo automático, confeccionado em aço inox;
Cinto abdominal e perneiras: Constituído em tiras de poliamida,
almofadada, com resistência de acordo com a NBR para confecção de cinto de segurança
Argola: Confeccionado em aço inox;
Mosquetões: Confeccionado em material duralumínio, com dupla trava.
Detalhes: As costuras devem ser de alta resistência, em duplo “W”;
As tiras do cinto deverão ser do tipo liso, a fim de facilitar a limpeza;
O equipamento deverá possuir 06 (seis) pontos de ancoragem, sendo:
01frontal, 01 dorsal, 02 laterais e 02 no suspensório, na altura do ombro;
O cinto deverá permitir regulagens nas perneiras, nos suspensórios frontais, na fivela frontal do cinto abdominal e na tira do suspensório dorsal, através de fivelas em aço inox de regulagem rápido e fácil;
As fivelas do cinto abdominal e das perneiras deverão possuir travamento automático, com dupla trava de segurança, em material duralumínio e aço inoxidável para fechamento do cinto na altura do abdômen e das pernas;
As argolas deverão ser do tipo “D”, dupla base, em aço inoxidável, de angulação aberta para facilitar o engate do talabarte, com resistência de acordo com a NBR; A argola deverá ser em aço inoxidável para fixação do trava-quedas no ponto de ancoragem dorsal;
Deverá possuir uma fita elástica para fechamento das alças do suspensório, com fivela do tipo engate rápido, confeccionada em material de PVC;
As tiras que compõem o cinto deverão ser testadas a 2.300 kg, sem ruptura;
O conjunto de cinto/talabarte com corda deverá ser testado pelo fabricante conforme as normas brasileiras (NBR);
O talabarte de corda deverá ser adquirido em separado do cinto, em razão das combinações de modelos diferentes em conjunto com os mosquetões;
Junto do cinto de segurança deverá vir um acessório tipo trapézio,
confeccionado em tiras de poliamida, com 02 (dois) mosquetões em suas extremidades, para uso em caso de necessidade de suspensão de vítimas em locais confinados.
Medidas
Tiras do cinto: Largura: 44 mm; e espessura: 0,5 a 1,5 mm
Tamanhos: Pequeno, para manequim de 36 a 42 e Grande, para manequim de 42 a 58.
Como fazer Treinamento Espaço Confinado:
Equipe de Instrutores:
A equipe designada habilitada conforme segue:
Perfil / Formação do Instrutor – Espaço Confinado
Profissional Técnico ou Engenheiro de Segurança do Trabalho, com especialização em Trabalho em Espaço Confinado e Resgate.
Perfil / Formação do Instrutor – Primeiros Socorros
Enfermeiro ou técnico de enfermagem ou profissional do Corpo de Bombeiros com especialização em Primeiros Socorros e técnicas de emergências.